51.

Esta sabedoria de que tratamos não é o próprio Deus. É uma sabedoria de homem, a qual, todavia, é segundo Deus, e é o seu verdadeiro e principal culto. Se a mente do homem se torna capaz de cultuar a Deus por seu intermédio, o homem se torna sábio, não pela própria luz de Deus, mas por uma participação daquela que é a maior de todas as luzes.